Alegria por ter o meu filho vacinado contra a pólio

Alegria por ter o meu filho vacinado contra a pólio

A cobertura da vacinação tem estado a aumentar de forma constante em Moçambique. O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) desempenha um papel importante na logística da distribuição de vacinas.

Claudio Fauvrelle
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Um sorriso de satisfação do tamanho do mundo, por ter o meu filho vacinado contra a pólio.
“Esta foi a primeira vacina que o meu filho Tomás tomou na vida. Estou feliz por ele estar vacinado contra a pólio," disse Isabel, de 22 anos, após ter vacinado o seu filho Tomás, de 2 meses. © UNICEF Moçambique/2017/Mario Lemos

Milange, Zambézia - “Esta foi a primeira vacina que o meu filho Tomás tomou na vida. Estou feliz por ele estar vacinado contra a pólio," disse Isabel, mostrando um sorriso de felicidade.

Isabel tem 22 anos de idade e reside na Comunidade de Motho, Localidade de Têngua, Distrito de Milange, na província da Zambézia. O seu filho, o pequeno Tomás, de 2 meses de idade, foi vacinado pela primeira vez na vida, durante a segunda ronda de vacinação contra a pólio.

“Tomás é o meu segundo filho. O parto foi feito fora da unidade sanitária pois, a comunidade aonde vivemos fica muito distante do Centro de Saúde mais próximo (Têngua),” disse Isabel.

Pela ausência do marido que se encontra a procura de trabalho na vizinha Malaui, toda a responsabilidade de cuidar dos filhos recai sobre Isabel. Porém a decisão de vacinar ou não aos filhos dependia da decisão do pai ausente. Por não ter o consentimento do marido, no início Isabel havia decidido por não vacinar o filho contra a pólio.

Comunicada a recusa ao líder comunitário pela equipa de vacinação, este tratou de intervir contactando os familiares do marido de Isabel, que na sua ausência, depois de escutarem atentamente a explicação sobre a importância da vacinação do mobilizador com quem o líder se fez acompanhar, autorizaram que o pequeno Tomás pudesse ser vacinado.

“Com a explicação do mobilizador pude perceber que a pólio é uma doença causada por um bichinho e que pode provocar paralisia das pernas e braços. Transmite-se através da comida ou água contaminada por fezes humanas e mãos sujas. Só vacinando é que o meu filho fica protegido da doença,” afirmou Isabel.

Após a vacinação do pequeno Tomás, recomendou-se que Isabel, pudesse levar o seu filho para a unidade sanitária de tal modo que pudesse apanhar as outras vacinas e seguir o calendário vacinal de forma regular.

A cobertura da vacinação tem estado a aumentar de forma constante em Moçambique. Houve uma série de áreas chave de progresso na vacinação ao longo de 2016, incluindo a troca bem-sucedida da vacina contra a poliomielite tOPV pela vacina bOPV (a troca elimina o pequeno risco de poliomielite paralítica associada à vacina e de poliovírus circulante derivado da vacina). O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) desempenhou um papel importante na logística da distribuição de vacinas e contribuiu para a capacitação necessária para gerir a transição da vacina contra a poliomielite.

 

Para mais informações, favor contactar:

Claudio Fauvrelle
Tel +258 21 481 100
email: cfauvrelle@unicef.org

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